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Concursos

Matemática para concursos: o que cai, como estudar e melhorar

Matemática é uma das disciplinas que mais causam insegurança e reprovação. Entenda como ela é cobrada para se diferenciar na prova.

Última atualização em 03/02/2026
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Pessoa estudando matemática para concursos em mesa com diversos papéis e livros.


A matemática para concurso costuma ser uma das disciplinas que mais geram insegurança entre candidatos, independentemente do nível de escolaridade ou da área escolhida. Para muitos, ela é vista como um obstáculo difícil; para outros, como uma oportunidade de se diferenciar na prova. A verdade é que entender como a matemática é cobrada nos concursos públicos faz toda a diferença na preparação.


Ao contrário do que muita gente imagina, a matemática de concurso não exige genialidade nem domínio avançado da disciplina.


O que ela exige é método, constância e estratégia. Quando o candidato entende quais temas realmente caem, como as bancas cobram e como organizar os estudos, a matemática deixa de ser um problema e passa a ser um aliado importante na busca pela aprovação.


Neste guia completo, você vai entender em quais concursos a matemática costuma aparecer, quais conteúdos são mais recorrentes, como as principais bancas cobram a disciplina, quais erros atrapalham o desempenho e, principalmente, como estudar matemática de forma eficiente e realista.


Em quais concursos, a matemática costuma cair?

A matemática aparece com mais frequência em concursos das áreas administrativa, fiscal, bancária, policial e de tribunais, especialmente nos cargos de nível médio e em parte dos cargos de nível superior.


Em concursos para carreiras jurídicas, ela costuma surgir integrada ao raciocínio lógico, mas ainda assim exige atenção.


Concursos como INSS, Receita Federal, tribunais, polícias, bancos públicos e agências reguladoras historicamente incluem matemática ou raciocínio lógico-matemático em seus editais. Já em áreas mais específicas, como magistratura e Ministério Público, a cobrança direta de matemática é rara, mas pode aparecer de forma indireta em provas objetivas iniciais.


Por isso, antes de iniciar a preparação, é fundamental entender o perfil do cargo e da banca organizadora. Esse mapeamento evita desperdício de tempo e direciona os esforços para o que realmente importa.


Como descobrir se matemática vai cair no edital do concurso que você vai fazer?

A forma mais segura de saber se a matemática estará presente na prova é analisar editais anteriores do mesmo cargo ou da mesma banca. Mesmo quando o edital ainda não foi publicado, os concursos tendem a manter um padrão de cobrança.


Além disso, é importante observar o nome da disciplina no edital. Em alguns casos, ela aparece como “Matemática”, em outros como “Raciocínio Lógico”, “Raciocínio Lógico-Matemático” ou até integrada a conhecimentos gerais. Cada nomenclatura indica um tipo de abordagem diferente, o que impacta diretamente a forma de estudar.


Outro ponto essencial é entender que nem todo concurso cobra todos os tópicos da matemática. Muitas vezes, a cobrança se concentra em poucos assuntos, mas com alto nível de repetição ao longo dos anos.


O que mais cai de matemática nas provas de concurso?

Mulher jovem sorridente estudando o que cai de matemática em concursos públicos.


Embora o conteúdo varie conforme a banca e o cargo, alguns temas aparecem de forma recorrente na maioria dos concursos públicos. Entender esses núcleos de cobrança ajuda o candidato a estudar com foco e eficiência.


Aritmética e operações básicas

A base da matemática para concursos está nas operações fundamentais, como soma, subtração, multiplicação e divisão, além de porcentagem, razão, proporção e regra de três. Esses conteúdos aparecem tanto de forma direta quanto contextualizados em problemas práticos.


Muitos candidatos erram não por falta de conhecimento, mas por dificuldade em interpretar o enunciado ou aplicar corretamente conceitos básicos. Por isso, dominar essa base é indispensável.


Matemática financeira

Juros simples e compostos, descontos, acréscimos sucessivos e análise de taxas são temas clássicos em concursos, especialmente em áreas administrativas e bancárias. A matemática financeira costuma ser cobrada de forma prática, exigindo atenção aos detalhes e cuidado com cálculos.


Análise combinatória e probabilidade

Esses temas aparecem com menor frequência, mas costumam gerar dificuldades quando caem. Em geral, as bancas cobram situações clássicas, como arranjos, combinações e cálculo de probabilidades simples, sem exigir fórmulas complexas, mas com foco no raciocínio.


Estatística básica

Média, mediana, moda, gráficos e tabelas são os principais conteúdos estatísticos cobrados. A interpretação de dados é tão importante quanto o cálculo em si, especialmente em provas mais modernas.


Raciocínio lógico-matemático

Aqui, o foco deixa de ser apenas cálculo e passa a ser lógica. Sequências, proposições, problemas de lógica e estruturas de pensamento são comuns, exigindo treino constante e familiaridade com o estilo da banca.


Como as principais bancas cobram matemática, na prática?

Cada banca organizadora possui um estilo próprio de cobrança, e isso influencia diretamente o nível de dificuldade percebido pelo candidato. Bancas como FGV, FCC, CESPE/CEBRASPE e Vunesp, por exemplo, têm abordagens bem diferentes.


A FGV costuma explorar interpretação de texto matemático e situações-problema mais longas. A FCC prioriza cálculos diretos e conteúdos clássicos. Já o CEBRASPE exige cuidado extremo com lógica e interpretação, muitas vezes penalizando erros com o sistema “certo ou errado”.


Segundo levantamento do próprio CEBRASPE, questões de raciocínio lógico e matemática estão entre as que apresentam maior índice de erro entre candidatos em concursos de grande porte.


Esse dado reforça a importância de uma preparação direcionada e adaptada ao perfil da banca.


Como estudar matemática para concursos?

Detalhe de mão segurando caneta anotando em caderno, enquanto estuda matemática para concursos.


Estudar matemática para concurso exige mudança de mentalidade. Não se trata de estudar tudo, mas de estudar o que realmente cai. O primeiro passo é organizar um cronograma de estudos para concurso que inclua matemática de forma constante, mesmo que em blocos menores.


A regularidade é mais importante do que longas horas de estudo esporádicas. Resolver questões diariamente, revisar erros e identificar padrões de cobrança são estratégias muito mais eficientes do que apenas assistir aulas passivamente.


Outro ponto essencial é estudar sempre com base em questões de concurso. Elas mostram como o conteúdo é cobrado na prática e ajudam o candidato a ganhar velocidade e segurança.


Checklist: você está estudando matemática do jeito certo?

Aqui, vale uma pausa para reflexão. Muitos candidatos acreditam que estão estudando matemática, mas acabam cometendo erros que comprometem o desempenho.


Alguns sinais de alerta incluem estudar sem resolver questões, ignorar erros recorrentes, não revisar conteúdos básicos e não adaptar o estudo ao perfil da banca.


Quando o candidato identifica essas falhas e ajusta a estratégia, o rendimento melhora de forma significativa, mesmo para quem sempre teve dificuldade com a disciplina.


Erros comuns ao estudar matemática para concursos

Um dos erros mais comuns é tentar estudar matemática como se estivesse na escola ou na faculdade, começando por conteúdos avançados sem dominar a base. Outro erro frequente é abandonar a disciplina após alguns erros iniciais, reforçando a crença de que “não leva jeito”.


Também é comum estudar matemática apenas quando o edital sai, o que aumenta a pressão e reduz o tempo de assimilação. A disciplina exige maturação, e isso só acontece com prática contínua.


Em muitos casos, contar com uma mentoria para concurso pode ajudar o candidato a identificar exatamente onde está errando e como ajustar a rota, evitando desperdício de tempo e energia.


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O Ceisc entende que a matemática é um dos maiores desafios para quem estuda para concursos. Por isso, desenvolveu uma metodologia que foca na clareza, na prática orientada e na construção gradual da confiança do aluno.


Com materiais atualizados, professores experientes e abordagem didática, o Ceisc ajuda você a transformar a matemática de vilã em aliada na sua preparação.


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Conclusão

A matemática para concursos não precisa ser um obstáculo intransponível. Com estratégia, foco nos conteúdos certos, treino constante e apoio adequado, é possível evoluir de forma consistente e segura.


Mais do que decorar fórmulas, o candidato precisa entender como a disciplina é cobrada e adaptar seus estudos à realidade das provas.


Quando isso acontece, a matemática deixa de ser motivo de medo e passa a ser uma ferramenta poderosa rumo à aprovação.


Vale a pena estudar matemática para concursos antes de sair o edital?

Sim. Estudar matemática antes do edital permite construir base, ganhar confiança e reduzir a pressão quando a prova se aproxima. Essa antecipação costuma ser decisiva para o bom desempenho.


Todo concurso público tem matemática na prova?

Não. A presença da matemática depende do cargo, da área e da banca. Por isso, a análise de editais anteriores é indispensável para direcionar corretamente os estudos.

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